A geração Y – Adm. Antônio Guimarães Neto

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O termo Geração Y apareceu pela primeira vez no periódico “Advertising Age”, de agosto de 1993. O termo também foi intitulado de Edro Boomers, os conectados e/ou “Millennials”. Nascidos a partir de 1980, dentre várias características, destacam-se:

-Sabem mais do que os seus pais (novas tecnologias);
– No emprego, mostram-se desejosos de trabalho e aprender;
– São otimistas quanto ao futuro;
– Aceita de forma natural a diversidade de raças, religião e ambientes;
– Apreciam a maneira de ser dos pais;
– As mães trabalham. Quando crianças estiveram na creche desde muito cedo.

A geração Y, por ser um grupo sujeito à mudança, é aquela que não se prende à empresa em que está atuando profissionalmente, pois quando esse grupo não recebe respostas às suas necessidades de ascensão imaginada, buscam outros ambientes de trabalho, o que ajuda a provocar um aumento no grau de rotatividade.

Essa geração identifica-se com as novas mídias por possuírem uma relação muito grande com a tecnologia, pois estão sempre conectados ao mundo pelos sinais da internet e ao ambiente digital. Faz parte de suas vidas desde a infância. A experiência de estar on-line facilita o contato com a informação e com o clima de mudança que ajuda na indefinição aos parâmetros entre o velho e o novo.

Portanto, a geração Y traz para o mercado de trabalho uma nova cultura e um novo conjunto de padrões comportamentais. Geralmente, são pessoas com iniciativa e grande capacidade de resolver problemas, pois se desenvolvem em espaços criativos, nos quais suas iniciativas possam ser frutíferas e seus esforços individuais para conquistar objetivos sejam reconhecidos.