Apresentações foram transmitidas ao vivo

Apresentações foram transmitidas ao vivo

12 equipes, 89 estudantes e 15 dias para apresentarem uma solução inovadora para a gestão de 4 organizações/entidades, e tentarem levar o prêmio de R$4 mil. Assim foi o Hackathon CRA-MG 2020 – Virtual, uma maratona que movimentou as instituições de ensino de Minas Gerais, cuja última fase aconteceu no dia 29 de setembro, com a apresentação das soluções pelas equipes (assista aqui).

CRA-MG

Por ordem de sorteio, as equipes que escolheram o desafio do Conselho Regional de Administração de Minas Gerais começaram as apresentações. O desafio consistia na conscientização do seu público (estudantes de Administração) para a importância e obrigação do registro profissional e, assim, aumentar o número de registros. Três equipes escolheram o desafio: G&R , da Univiçosa, Juntos Somos Mais Fortes, da Faculdade de Sabará, e ADM. 7.1, composta pelos alunos da Faculdade Senac Contagem.

Utilizando a ferramenta 5W2H, a ADM.7.1 apresentou cinco propostas: Banco de talentos, carga horária obrigatória sobre o CRA-MG nas instituições de ensino, carteira profissional provisória, monitoria e desconto na anuidade para os professores. Já a equipe G&R mostrou que apenas 10,6% dos concluintes dos cursos de Administração se registram no CRA-MG, propondo um acompanhamento do aluno, desde a matrícula até a graduação, instituindo um professor como representante do Conselho dentro de cada instituição, bem como a criação de um registro profissional específico para a docência, enquanto a equipe Juntos Somos Mais Fortes propôs a inclusão de estudantes na base de gestão da comunicação do CRA-MG  e a possibilidade da participação destes nas eleições do Sistema.

Letish Casa de Sobremesas

Cinco equipes decidiram por apresentar propostas para o desafio demonstrado pela Letish, de expandir o negócio por meio das redes sociais. A primeira equipe a apresentar, A Vacina, da Faculdade Promove, sugeriu projetos de curto prazo, como a adoção de mascote que seria escolhido a partir de um concurso no Instagram, e criação de whatsapp business. Já os projetos de médio prazo incluem a criação de um aplicativo próprio, projetos de responsabilidade socioambiental e a contratação de uma empresa para gerenciar as redes sociais, enquanto para longo prazo, a equipe sugeriu a transformação do negócio em franquia.

A segunda equipe, FUPAC – VRB, da Fundação Presidente Antônio Carlos, propôs a execução de pesquisa com o público e melhor definição do posicionamento de marca, além de pensar conteúdos voltados para atrair, engajar e vender, utilizando o tráfego pago nas redes sociais, bem como melhorar a fachada da loja. Após a FUPAC, foi a vez da equipe MINUS – Mentes a Serviço, da UFVJM de Teófilo Otoni apresentar, fazendo análise do conteúdo da Letish nas redes sociais e do público-alvo e focando em sugestões na melhoria do conteúdo, como vídeos tutoriais de receita e investimento no “empratamento”, ou seja, na composição das sobremesas para as fotos.

Seguindo a apresentação, o time pAnDeMicos, representante da Faminas, fez uma imersão como cliente na loja física, e propôs um calendário editorial para postagens diárias e engajamento por gameficação. A última equipe da Letish, TGQ2, do Senac, apresentou sua proposta a partir da análise feita pela ferramenta GUT, que significa Gravidade, Urgência e Tendência, utilizada na priorização de estratégias, tomada de decisões e soluções de problemas, sugerindo que a loja exponha preços e produtos do lado externo, reorganize a gestão, para que a proprietária não fique tão sobrecarregada, e faça parcerias para divulgação.

Cacau Show

A Visionary Team, da Faculdade de Sabará, foi o único time a apresentar propostas ao desafio colocado pela Cacau Show. A equipe embasou sua apresentação no oferecimento de uma experiência dentro da loja e não de somente a aquisição de um produto. Para isso, sugeriram a inclusão de dispositivo móvel digital nas lojas, com a inclusão de diversos softwares de interação. Com as sugestões, a equipe calculou um crescimento de 20% na franquia que propôs o desafio.

Brasileirinho

Três equipes apresentaram propostas para a empresa, que propôs o desafio de trabalhar os possíveis clientes que não compram da marca. A apresentação começou com a equipe ADMFMS, da Faculdade Machado Sobrinho, que sugeriu um aperfeiçoamento do sistema de vendas a partir de aplicativos, além do monitoramento dos vendedores externos, alinhamento do posicionamento da empresa e a expansão do mix de produtos, a fim de atender tipos diversificados de clientes. Já a Expertise Solution, da Faculdade Pitágoras de Betim, focou no contato com os clientes inativos, com o objetivo de entender suas demandas, realizar rodízio entre os promotores de vendas, gestão de relacionamento com o cliente, mudança na embalagem e a criação de um jingle.

A última apresentação ficou por conta da equipe Soluções em Foco, da Universidade Federal de Viçosa, que identificou que o principais problemas da marca são o mau funcionamento do site, falta de estética digital e de contato on-line. A partir disso, a equipe sugeriu a implantação de uma plataforma própria e interativa com os revendedores e clientes, além da implantação de QR Code nas embalagens.

Com o fim das apresentações, o resultado está nas mãos da comissão avaliadora, que tem até o dia 05 de outubro para apresentar ao CRA-MG o resultado para homologação do plenário em data a ser definida.